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Notícias

Novembro Azul – Juntos pelo diagnóstico precoce do câncer de próstata

Novembro Azul é uma campanha que ocorre durante todo este mês, buscando ressaltar a importância da conscientização a respeito de doenças que afetam os homens, com ênfase no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Surgindo em 2003, na Austrália, aproveitou-se as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, em 17 de novembro, para a criação da campanha. O movimento tem como objetivo quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque.

Em 2017, mais de 60 mil novos casos de câncer de próstata serão diagnosticados, segundo dados do INCA (2016/2017). No Brasil, este é o segundo tipo de câncer mais frequente em homens, após os tumores de pele.

A doença pode demorar a se manifestar, exigindo exames constantes para não ser descoberta em estágio avançado e potencialmente fatal. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 50 anos sem fatores de risco e dos 45 anos com fatores de risco, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico).

A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é com o diagnóstico precoce, chegando a 90% de chances de cura.

Homem: a sua saúde é nossa prioridade. Cuide-se, e conte com a Imago para o diagnóstico precoce da doença.

Fontes:
http://portaldaurologia.org.br/campanhas-publico/novembro-azul-2015/
http://www.brasil.gov.br/saude/2012/11/novembro-azul-conscientiza-homens-para-prevencao-do-cancer-de-prostata
http://portaldaurologia.org.br/destaques/novembro-azul/

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Câncer de próstata: ressonância é duas vezes mais precisa que biópsia, diz estudo

Achado é considerado maior avanço ‘em décadas’ no diagnóstico da doença, a segunda que mais mata homens no Brasil

RIO — Em vez de se submeter a uma biópsia, exame extremamente invasivo, os homens com suspeita de câncer de próstata poderiam (e deveriam) realizar uma simples ressonância magnética e ter o dobro de chances de detectar corretamente a gravidade do tumor, afirma um novo estudo publicado na “Lancet”.

Os pesquisadores chegaram a esta conclusão após um grande ensaio clínico, feito com 576 homens. E especialistas acreditam que os resultados podem influenciar uma mudança de prática médica, já que este é considerado “o maior avanço no diagnóstico do câncer de próstata em décadas, com o potencial de salvar muitas vidas”, ressaltou, por meio de um comunicado, a instituição Cancer UK.

O câncer de próstata é que mais assombra o sexo masculino em todo o mundo. No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens: um a cada 36 brasileiros morrerá dessa doença, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).

BIÓPSIA DETECTA SÓ 48%

O estudo mostrou que uma ressonância magnética capta 93% dos cânceres agressivos na próstata, em comparação com 48% detectados em uma biópsia — que consiste na retirada de uma amostra de tecido para testes laboratoriais. As ressonâncias também tiveram maior sucesso na identificação de cânceres não agressivos, que quase não crescem e então não precisam ser tratados, uma vez que uma possível cirurgia será pior para a qualidade de vida do paciente do que se ele continuar com o tumor.

Fonte: O Globo

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Osteoporose – Alimentação Saudável

A Osteoporose surge quando os ossos ficam finos e frágeis. Conheça mais sobre a doença.

Doença dos ossos pode ser evitada pela sua alimentação

A Osteoporose surge quando os ossos ficam finos e frágeis. Em virtude disso, fraturam facilmente mesmo após uma pequena pancada ou queda quando estamos de pé. Uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens em todo o mundo com idades acima dos 50 anos sofrem de fraturas por fragilidade óssea (fratura óssea), provocada pela osteoporose. Estas fraturas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, Mas as zonas geralmente mais afetadas são os pulsos, a coluna e as ancas. As fraturas devidas à osteoporose são uma das maiores causas de dor, de incapacidade a longo prazo e de perda de independência entre os adultos mais velhos, podendo conduzir mesmo a morte prematura.

Alimentação para osteoporose

A alimentação para osteoporose tem que ser rica em alimentos com cálcio e vitamina D porque estes nutrientes são importantes para a saúde dos ossos e uma vez que o cálcio não é absorvido sem a presença da vitamina D.

Assim, garantir a ingestão adequada de cálcio e vitamina D durante a infância ajuda a prevenir a osteoporose na vida adulta. Já na presença da osteoporose, os suplementos de cálcio e vitamina D são importantes para evitar que a doença evolua.

Alimentos recomendados na osteoporose

Alimentação adequada para osteoporose

A alimentação adequada para osteoporose deve assim conter alimentos como leite e derivados, vegetais de folha escura, óleos de fígado de peixes, ovos e margarinas. A amêndoa também é rica em cálcio e pode ser utilizada nas refeições.

Por outro lado, na alimentação para pessoas com osteoporose deve-se evitar consumir alimentos que diminuam a absorção de cálcio, como espinafre, batata-doce e feijão, porque são ricos em oxalatos.

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Juntos pelo diagnóstico precoce – saiba o que é a campanha Outubro Rosa

O câncer de mama é o foco da campanha Outubro Rosa, que utiliza todo este mês para ressaltar a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce da doença.
A campanha nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. O laço cor-de-rosa, símbolo da ação, foi lançado no início da década pela ‘Fundação Susan G. Komen for the Cure’ e distribuído aos participantes da primeira ‘Corrida pela Cura’, realizada em Nova York.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, correspondendo à cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Quando diagnosticado e tratado ainda no seu estágio inicial, isto é, quando o nódulo é menor que 1 centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%.
COMO PREVENIR
Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:
Praticar atividade física regularmente;
Alimentar-se de forma saudável;
Manter o peso corporal adequado;
Evitar o consumo exagerado de bebidas alcoólicas;
Amamentar por um maior período;
COMO IDENTIFICAR
É importante que a mulher conheça bem o seu próprio corpo para notar qualquer alteração significativa que ocorra nos seios. Além disso, é primordial:
Praticar o autoexame da mama 1x por mês, em uma data fixa, após a menstruação;
Visitar o ginecologista regularmente, que realizará o exame clínico das mamas;
Fazer mamografias de rastreio periodicamente;
É fundamental que toda mulher entre 40 e 69 anos faça uma mamografia a cada ano. Pode ser indicado iniciar o rastreio até mais jovem, caso a mulher apresente vários outros fatores em sua história reprodutiva e hormonal, ou genéticos e hereditários.
A Imago se une às mulheres na luta contra o câncer de mama. Por isso, agende hoje mesmo a sua mamografia.

Fontes:
http://www.inca.gov.br/outubro-rosa/outubro-rosa.asp
http://www.mulherconsciente.com.br/cancer-de-mama/sobre-o-cancer/
http://outubrorosa.org.br/historia/
https://www.cancer.org.br/outubro-rosa-dicas-de-prevencao-ao-cancer-de-mama-da-fundacao-do-cancer/

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Ovários Policísticos – O Que é, Causas e Sintomas, Prevenção e Tratamentos

A SOP, abreviação usada para a Síndrome dos Ovários Policístico, é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação em virtude de desequilíbrio hormonal que leva à formação de cistos. O aparecimento de cistos durante o processo de ovulação faz parte do funcionamento dos ovários, mas eles desaparecem a cada ciclo menstrual. Em portadoras da Síndrome de Ovários Policísticos (SOP), esses cistos permanecem e modificam a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes mais largo do que o tamanho normal. A disfunção pode levar à secreção de hormônios masculinos (androgênios) em excesso. A portadora da síndrome ovula com menor freqüência e tem ciclos, em geral, irregulares. Calcula-se que a SOP afeta 20% das mulheres durante a fase de vida reprodutiva.

ORIGEM DA SOP

Os fatores que levam ao desenvolvimento da SOP não são totalmente conhecidos, mas ela tem origem genética, em parte, pois irmãs ou filhas de uma mulher portadora do distúrbio tem 50% de chance de desenvolvê-la. Tudo indica que sua origem está associada com a produção da insulina em excesso pelo organismo. O aumento da quantidade dessa substância no sangue (a hiperinsulinemia) provocaria o desequilíbrio hormonal.

PRINCIPAIS SINTOMAS E SINAIS

Ciclos irregulares, menor freqüência de ovulação e dificuldade para engravidar podem ser características comuns da síndrome dos ovários policísticos. O distúrbio ainda favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, do diabetes tipo 2 e obesidade. Quando há excesso de hormônios masculinos, os sinais observados são:

  • Crescimento anormal de pelos nas regiões do baixo ventre, seios, queixo e buço;
  • Aumento da oleosidade da pele e aparecimento de espinhas e cravos;
  • Queda de cabelos;
  • Aumento do peso;
  • Manchas na pele, principalmente nas axilas e atrás do pescoço

DIAGNÓSTICO

Depende de avaliação completa, que exclua variáveis como problemas com a tireóide ou a glândula supra-renal. O exame de ultrassom, isolado, não é suficiente para fornecer o diagnóstico acertado da Síndrome. Para investigar as causas da irregularidade menstrual ou das manifestações androgênicas, os médicos costumam pedir os seguintes exames:

  • Dosagem dos hormônios FSH, LH, Estradiol, TSH, S-DHE, Testosterona total, 17-OH progesterona (entre o 2º e 3º dias do ciclo menstrual)
  • Curva de insulina associada à curva de glicemia.
  • Ultrassom pélvico.

TRATAMENTOS

É uma síndrome que pode ser controlada por medicamentos. Estes variam de acordo com o quadro de sintomas da paciente e suas complicações. A utilização de anticoncepcionais hormonais como pílulas, anéis vaginais, implantes protegem os ovários contra a formação dos microcistos e diminuem os níveis de hormônios masculinos e de insulina. Mulheres que planejam engravidar também devem utilizar anticoncepcionais hormonais, em um primeiro momento do tratamento, para regularizar a menstruação.

A suspensão do anticoncepcional depois da regularização dos ciclos menstruais aumenta a chance de ovulação e gravidez. Outra forma de intervenção para aumentar as chances de gravidez são os produtos indutores da ovulação. Quando a portadora da SOP apresenta altos níveis de insulina os médicos usam medicamentos específicos para reduzir a produção dessa substância. Na presença de gravidez, tais medicamentos podem ser usados até a 36ª semana de gestação.

OUTROS CUIDADOS

Para manter os sintomas sob controle os médicos costumam orientar suas pacientes sobre a manutenção de dietas mais leves, especialmente quando elas apresentam obesidade, acompanhada da prática de exercício físico, que beneficia todas as portadoras da SOP. E, dependendo do caso, tratamentos cosméticos com dermatologista.
Fonte: sogesp.com

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Você Sabe o Que é a Endometriose?

Sentir dor definitivamente não é normal. E se você sente muitas cólicas menstruais, dores na hora da relação sexual e até mesmo sangramentos, pode estar sofrendo de endometriose. A doença, que atinge um quinto das mulheres no mundo em idade reprodutiva, é causada quando o tecido dentro do útero, o tecido endométrio, surge fora dele.

De acordo com a ginecologista e obstetra Laylla Aliontina Lemes Carneiro, a endometriose não tem cura, mas pode ser tratada quando diagnosticada precocemente. “No período menstrual, parte as células endométricas que deveriam sair junto com a menstruação sofrem refluxo, assim, elas ficam aglomeradas em regiões que não deveriam, como na cavidade abdominal, ovários e tubas uterinas.”
O que causa a endometriose?

De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, antigamente as mulheres menstruavam menos durante seu período reprodutivo, em torno de 40 vezes. A mulher moderna menstrua mais, cerca de 400 vezes em seu período reprodutivo. “Vemos isso como fator de mudanças culturais e sociais. Hoje a mulher é mais ativa, além de cuidar dos filhos e do trabalho. Além disso, ela planeja a gravidez e consequentemente menstrua mais”, explica a ginecologista.

Além disto, o estresse e a má alimentação, rica em gordura trans, podem facilitar o surgimento da doença. A diminuição da quantidade de filhos e a gravidez em idade avançada também são apontados como fatores agravantes da endometriose.

A doença ainda pode gerar dificuldade para engravidar. As células que deveriam ser eliminadas com a menstruação se aglomeram no ovário e nas tubas uterinas, podendo provocar dificuldade de ovulação e migração do óvulo para a região do corpo onde ocorre a fecundação. Segundo Laylla Lemes, quem possui a doença e deseja engravidar deve procurar seu ginecologista para avaliar as possibilidades do caso, para que se necessário ele indique tratamentos ou reprodução assistida.

Prevenção da Endometriose:

Para prevenir a endometriose, além de uma dieta saudável, é essencial a prática de exercícios físicos. De acordo com uma pesquisa publicada pelo American Journal of Epidemiology, no ano de 2003, a prática de exercícios físicos durante uma hora por dia — uma corrida, por exemplo — reduz em média 76% as chances do desenvolvimento da doença.

Fonte: mulhercomsaude

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Tuberculose: Testar, Tratar e Vencer

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, mas também pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Na maioria das pessoas infectadas, os sinais e sintomas mais frequentemente são tosse seca contínua, no início da doença, depois tosse com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza e prostração. A transmissão é direta, de pessoa a pessoa, por meio de pequenas gotas de saliva expelidas ao falar, espirrar ou tossir.
A tuberculose ainda é um problema de saúde pública no mundo, mas os esforços para prevenção e tratamento da doença tem surtido efeito. Em 2012, o Brasil atingiu, antecipadamente, as metas para 2015 dos Objetivos do Milênio (ODM) de redução pela metade das taxas de incidência, prevalência e mortalidade em decorrência da doença. Mesmo assim, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, atualmente, existam nove milhões de casos da doença em todo mundo.
Em 2015 começa uma nova etapa do combate à tuberculose, superando a meta de controle da doença e partindo para a perspectiva de sua eliminação. O Ministério da Saúde assume o compromisso de reduzir em 95% os óbitos e em 90% o coeficiente de incidência da doença até 2035.

A pesquisadora Margareth Dalcolmo, do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) explica que a tuberculose é uma doença antiga e persistente. “A tuberculose acompanha o ser humano há muito tempo. No Brasil, ela se reveste de um estigma muito forte. Principalmente, por ser uma doença contagiosa e que quando se detectada, necessariamente é preciso contatar as pessoas que cercam o paciente. Ela é predominante urbana e relacionada a más condições de moradia e saneamento”, disse.

Além dos fatores relacionados ao sistema imunológico de cada pessoa, o adoecimento por tuberculose, muitas vezes, está ligado à pobreza e à má distribuição de renda. Assim, alguns grupos populacionais possuem maior vulnerabilidade devido às condições de saúde e de vida a que estão expostos.

Para prevenir as formas mais agressivas da doença é necessário imunizar as crianças, no primeiro ano de vida, ou no máximo até quatro anos, com a vacina BCG. O risco de transmissão é maior entre pessoas que vivem em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar.

O tratamento deve ser feito por um período mínimo de seis meses, sem interrupção, diariamente. No esquema básico, são utilizados quatro fármacos: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Os pacientes que seguem o tratamento corretamente são curados. Margareth ressalta a importância da adesão ao tratamento. “A tuberculose tem um paradoxo. Ela é uma doença necessariamente de tratamento longo, com duração de seis meses, e composto vários comprimidos que devem ser tomados todos os dias, o que naturalmente dificulta a adesão. Além disso, o tratamento é altamente eficaz. Na prática uma pessoa que fica doente, nos primeiros dois meses de tratamento ganha o peso que perdeu, melhora a febra e a tosse, de modo que ela se sente melhor. E ao se sentir melhor, ela fica muito tentada de abandonar o tratamento ou regularidade. E é muito grave essa irregularidade. Isso expõe o bacilo de forma inadequada ao tratamento, fazendo que ele adquira resistência aos fármacos”, explica.

Para alertar a população, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de conscientização sobre a importância do diagnóstico e realização do tratamento contra tuberculose. Com o mote “testar, tratar e vencer”, a campanha é protagonizada pelo jogador de futebol Thiago Silva. “Tuberculose existe, mas tem cura”, alerta o jogador. O zagueiro foi diagnosticado com a doença em 2005, quando jogava em um time russo. O objetivo da campanha é levar mais informação às pessoas, reduzindo o preconceito sobre a doença. No ano passado, a campanha do Ministério da Saúde contou com a participação do cantor Thiaguinho, que também foi diagnosticado, seguiu tratamento sem interrupção e foi curado.

TESTE RÁPIDO – Além da campanha de esclarecimento sobre a tuberculose, o Ministério da Saúde trabalha na melhoria do diagnóstico da doença. Em 2014, a coordenação do Programa Nacional de Controle da Tuberculose distribuiu 175 equipamentos de teste rápido a 94 municípios – onde se concentram 55% dos casos novos e retratamentos registrados no Brasil. Denominado “Gene Xpert”, o teste detecta a presença do bacilo causador da doença em duas horas e identifica se há resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento básico. O exame laboratorial tradicional pode levar de um a dois meses. Em um ano, foram realizados mais de 145 mil testes.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

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Problemas Gastrointestinais nas Mulheres

Um intestino saudável reflete em toda a saúde corporal. Ele deve possuir um bom equilíbrio entre bactérias e células da mucosa intestinal bem nutridas. Isto porque, o intestino é considerado o segundo maior sistema nervoso do corpo humano e nele são produzidos hormônios que regulam o metabolismo, podendo interferir na absorção de nutrientes, na quantidade de açúcar no sangue e até na sensação de saciedade. Além disso, nele estão mais de 70% das células de defesa do nosso corpo.

De acordo com o Dr. Flávio Quilici, médico gastroenterologista e coloproctologista, a alimentação saudável é de extrema importância para a saúde deste órgão. “Incluir alimentos probióticos, ‘as bactérias do bem’, no cardápio pode estimular o crescimento de microrganismos benéficos com consequente melhoria da saúde do organismo”, explica.

Fatores de problemas gastrointestinais nas mulheres

Intestino Saudável Dr. Flávio afirma que os problemas de intestino são quatro vezes mais frequentes nas mulheres do que nos homens. Isso se deve também a fatores psicológicos, emocionais, sociais e culturais. Outro fator é a criação diferenciada concedida às meninas ainda na infância.

Enquanto ainda criança, a mulher é orientada a não usar banheiros públicos, pois são sujos, e a usar apenas o de casa. Também é orientada a não sentar na privada, porque pode pegar uma doença. Assim, de acordo com o gastroenterologista, a mulher não se sente confortável no banheiro, pois foi ensinada que fezes são sujas, que este é um ato ruim, que não pode soltar gases etc.

“Esses fatores vão inibindo a evacuação da criança, que vai acostumando a evacuar apenas em casa. Os fatores educativos e culturais, portanto, são preponderantes no sentido de bloquear a vontade de ir ao banheiro, principalmente no caso das mulheres”, detalha.

Sintomas e dicas de cuidados

Os problemas gastrointestinais mais comuns são gases, inchaço, sensação de peso abdominal e constipação. Para prevenir ou tratar estes problemas os principais cuidados são:

  • Manter uma alimentação saudável, rica em fibras, iogurtes e leites fermentados com probióticos (microrganismos vivos conhecidos como as “bactérias do bem”) do tipo bifidobactérias;
  • Comer devagar, mastigando bem os alimentos, fazendo as refeições regulares (café da manhã, almoço e jantar);
  • Evitar a ingestão, em excesso, de massas com farinhas refinadas, batata e chocolate;
  • Beber líquidos (água e sucos naturais) na quantidade mínima de dois litros diários;
  • Ir ao banheiro sempre que tiver vontade, caso contrário, as fezes poderão ficar secas, endurecidas e difíceis de serem eliminadas;
  • Evitar o uso de laxantes, em especial os catárticos, e quando forem necessários, só utilizá-los com orientação médica;
  • Fazer exercícios regulares, no mínimo três vezes por semana, tais como, caminhar, pedalar e nadar.

Fonte: mulhercomsaude

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Você sabe o que é trombose?

A trombose é um mal que pode ser causado pelo entupimento de veias geralmente depois de cirurgia, corte ou mesmo pela falta de movimento. Um rastreamento feito pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) entre pacientes que haviam saído da internação pós-procedimento cirúrgico indica que cerca de 2% dos pacientes retornaram ao instituto em decorrência de trombose.
Os pacientes submetidos a cirurgias de joelho, quadril e trauma (como fraturas) são os principais grupos de risco. Essas três subespecialidades cirúrgicas corresponderam a 80% dos casos verificados no ano passado em pacientes que retornaram ao Into depois de operados. A trombose que pode ocorrer após uma cirurgia ortopédica é geralmente localizada nas pernas, provocando entupimento da veia, causando dor e inchaço. Às vezes coágulos podem se soltar, viajando pelo sangue até ‘encalhar’ no pulmão, o que é chamado de embolia pulmonar. Essa condição, que provoca uma súbita falta de ar, pode ser bastante grave e exige atendimento imediato.
Sinais claros podem indicar o desenvolvimento de coágulos sanguíneos:

• Uma dor diferente da dor da cirurgia
• Vermelhidão ao longo da perna (que aparece de repente ou inchaço que está piorando)
• Inchaço na perna (que apareceu de repente ou inchaço que está piorando)
• Aumento da temperatura (calor) da perna que está doendo
• Respiração curta e rápida e palpitações, podendo acontecer algum desmaio
• Tosse com sangue
• Dor no peito ou nas costas (que não é comum)

Pequenos cuidados podem prevenir a trombose tanto pós-cirurgia como no cotidiano. Por isso, é fundamental manter-se em movimento, se possível, fazer atividades físicas rotineiramente. Além de ingerir bastante líquido.

Caso você tenha que fazer algum tratamento ou tomar algum medicamento, como prevenção de trombose, não fique com dúvidas e pergunte sempre.

Algumas atitudes também ajudam a diminuir o risco de se desenvolver uma trombose.

• Evitar o aumento do peso corporal
• Movimentar-se ao máximo no dia, respeitando as limitações orientadas pela equipe de saúde
• Realizar exercícios recomendados pela equipe de saúde
• Parar de fumar
• Ingerir líquidos

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Cuidado com a Automedicação

A automedicação é a utilização de medicamentos por conta própria ou por indicação de pessoas não habilitadas, sem a avaliação de um profissional de saúde.
O uso incorreto pode levar ao agravamento de doenças, à intoxicação, ao aparecimento de reações adversas graves e à resistência a medicamentos. Pode produzir ainda eventuais interações entre os produtos utilizados, anulando ou aumentando o efeito deles.
A prescrição médica (receita médica) apropriada contribui para o uso racional dos medicamentos. Isto é, os pacientes recebem os produtos apropriados à sua condição clinica, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período de tempo adequado e ao menor custo possível.

Os medicamentos diferem segundo o tipo de prescrição:

Isentos de prescrição: são medicamentos que não necessitam de prescrição, mas devem ser utilizados de acordo com a orientação de um farmacêutico (a embalagem não possui tarja)
Venda sob prescrição: devem ser prescritos por médico ou dentista e são divididos em dois grupos:

Sem retenção de receita – apresentam Tarja vermelha e na embalagem a frase “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”

Com retenção de receita – apresentam tarja vermelha ou tarja preta e na embalagem a frase “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA” ou “O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA”.

Os medicamentos são formulados sob critérios de proteção e segurança do usuário. Porém, há riscos associados ao seu uso. Reações adversas graves podem ocorrer e resultar até mesmo em morte.

É extremamente importante a identificação e o conhecimento das reações adversas a cada medicamento. Os profissionais de saúde são os mais aptos a identificar essas reações.

Se ao fazer uso de um determinado medicamento não desaparecerem os sintomas que levaram à sua prescrição ou surgirem novos, será necessário buscar atendimento médico.

A Anvisa possui um setor que recebe e avalia os relatos de reações adversas. Os profissionais de saúde podem notificá-las pelo sistema Notivisa, disponível no site da Anvisa. Já os cidadãos podem fazê-lo pelos canais de comunicação da Anvisa (SAT e Ouvidoria). 0800-6429782

Fonte: Click Saudável

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