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Ovários Policísticos – O Que é, Causas e Sintomas, Prevenção e Tratamentos

A SOP, abreviação usada para a Síndrome dos Ovários Policístico, é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação em virtude de desequilíbrio hormonal que leva à formação de cistos. O aparecimento de cistos durante o processo de ovulação faz parte do funcionamento dos ovários, mas eles desaparecem a cada ciclo menstrual. Em portadoras da Síndrome de Ovários Policísticos (SOP), esses cistos permanecem e modificam a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes mais largo do que o tamanho normal. A disfunção pode levar à secreção de hormônios masculinos (androgênios) em excesso. A portadora da síndrome ovula com menor freqüência e tem ciclos, em geral, irregulares. Calcula-se que a SOP afeta 20% das mulheres durante a fase de vida reprodutiva.

ORIGEM DA SOP

Os fatores que levam ao desenvolvimento da SOP não são totalmente conhecidos, mas ela tem origem genética, em parte, pois irmãs ou filhas de uma mulher portadora do distúrbio tem 50% de chance de desenvolvê-la. Tudo indica que sua origem está associada com a produção da insulina em excesso pelo organismo. O aumento da quantidade dessa substância no sangue (a hiperinsulinemia) provocaria o desequilíbrio hormonal.

PRINCIPAIS SINTOMAS E SINAIS

Ciclos irregulares, menor freqüência de ovulação e dificuldade para engravidar podem ser características comuns da síndrome dos ovários policísticos. O distúrbio ainda favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, do diabetes tipo 2 e obesidade. Quando há excesso de hormônios masculinos, os sinais observados são:

  • Crescimento anormal de pelos nas regiões do baixo ventre, seios, queixo e buço;
  • Aumento da oleosidade da pele e aparecimento de espinhas e cravos;
  • Queda de cabelos;
  • Aumento do peso;
  • Manchas na pele, principalmente nas axilas e atrás do pescoço

DIAGNÓSTICO

Depende de avaliação completa, que exclua variáveis como problemas com a tireóide ou a glândula supra-renal. O exame de ultrassom, isolado, não é suficiente para fornecer o diagnóstico acertado da Síndrome. Para investigar as causas da irregularidade menstrual ou das manifestações androgênicas, os médicos costumam pedir os seguintes exames:

  • Dosagem dos hormônios FSH, LH, Estradiol, TSH, S-DHE, Testosterona total, 17-OH progesterona (entre o 2º e 3º dias do ciclo menstrual)
  • Curva de insulina associada à curva de glicemia.
  • Ultrassom pélvico.

TRATAMENTOS

É uma síndrome que pode ser controlada por medicamentos. Estes variam de acordo com o quadro de sintomas da paciente e suas complicações. A utilização de anticoncepcionais hormonais como pílulas, anéis vaginais, implantes protegem os ovários contra a formação dos microcistos e diminuem os níveis de hormônios masculinos e de insulina. Mulheres que planejam engravidar também devem utilizar anticoncepcionais hormonais, em um primeiro momento do tratamento, para regularizar a menstruação.

A suspensão do anticoncepcional depois da regularização dos ciclos menstruais aumenta a chance de ovulação e gravidez. Outra forma de intervenção para aumentar as chances de gravidez são os produtos indutores da ovulação. Quando a portadora da SOP apresenta altos níveis de insulina os médicos usam medicamentos específicos para reduzir a produção dessa substância. Na presença de gravidez, tais medicamentos podem ser usados até a 36ª semana de gestação.

OUTROS CUIDADOS

Para manter os sintomas sob controle os médicos costumam orientar suas pacientes sobre a manutenção de dietas mais leves, especialmente quando elas apresentam obesidade, acompanhada da prática de exercício físico, que beneficia todas as portadoras da SOP. E, dependendo do caso, tratamentos cosméticos com dermatologista.
Fonte: sogesp.com

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Você Sabe o Que é a Endometriose?

Sentir dor definitivamente não é normal. E se você sente muitas cólicas menstruais, dores na hora da relação sexual e até mesmo sangramentos, pode estar sofrendo de endometriose. A doença, que atinge um quinto das mulheres no mundo em idade reprodutiva, é causada quando o tecido dentro do útero, o tecido endométrio, surge fora dele.

De acordo com a ginecologista e obstetra Laylla Aliontina Lemes Carneiro, a endometriose não tem cura, mas pode ser tratada quando diagnosticada precocemente. “No período menstrual, parte as células endométricas que deveriam sair junto com a menstruação sofrem refluxo, assim, elas ficam aglomeradas em regiões que não deveriam, como na cavidade abdominal, ovários e tubas uterinas.”
O que causa a endometriose?

De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, antigamente as mulheres menstruavam menos durante seu período reprodutivo, em torno de 40 vezes. A mulher moderna menstrua mais, cerca de 400 vezes em seu período reprodutivo. “Vemos isso como fator de mudanças culturais e sociais. Hoje a mulher é mais ativa, além de cuidar dos filhos e do trabalho. Além disso, ela planeja a gravidez e consequentemente menstrua mais”, explica a ginecologista.

Além disto, o estresse e a má alimentação, rica em gordura trans, podem facilitar o surgimento da doença. A diminuição da quantidade de filhos e a gravidez em idade avançada também são apontados como fatores agravantes da endometriose.

A doença ainda pode gerar dificuldade para engravidar. As células que deveriam ser eliminadas com a menstruação se aglomeram no ovário e nas tubas uterinas, podendo provocar dificuldade de ovulação e migração do óvulo para a região do corpo onde ocorre a fecundação. Segundo Laylla Lemes, quem possui a doença e deseja engravidar deve procurar seu ginecologista para avaliar as possibilidades do caso, para que se necessário ele indique tratamentos ou reprodução assistida.

Prevenção da Endometriose:

Para prevenir a endometriose, além de uma dieta saudável, é essencial a prática de exercícios físicos. De acordo com uma pesquisa publicada pelo American Journal of Epidemiology, no ano de 2003, a prática de exercícios físicos durante uma hora por dia — uma corrida, por exemplo — reduz em média 76% as chances do desenvolvimento da doença.

Fonte: mulhercomsaude

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Tuberculose: Testar, Tratar e Vencer

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, mas também pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Na maioria das pessoas infectadas, os sinais e sintomas mais frequentemente são tosse seca contínua, no início da doença, depois tosse com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza e prostração. A transmissão é direta, de pessoa a pessoa, por meio de pequenas gotas de saliva expelidas ao falar, espirrar ou tossir.
A tuberculose ainda é um problema de saúde pública no mundo, mas os esforços para prevenção e tratamento da doença tem surtido efeito. Em 2012, o Brasil atingiu, antecipadamente, as metas para 2015 dos Objetivos do Milênio (ODM) de redução pela metade das taxas de incidência, prevalência e mortalidade em decorrência da doença. Mesmo assim, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, atualmente, existam nove milhões de casos da doença em todo mundo.
Em 2015 começa uma nova etapa do combate à tuberculose, superando a meta de controle da doença e partindo para a perspectiva de sua eliminação. O Ministério da Saúde assume o compromisso de reduzir em 95% os óbitos e em 90% o coeficiente de incidência da doença até 2035.

A pesquisadora Margareth Dalcolmo, do Centro de Referência Professor Hélio Fraga, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) explica que a tuberculose é uma doença antiga e persistente. “A tuberculose acompanha o ser humano há muito tempo. No Brasil, ela se reveste de um estigma muito forte. Principalmente, por ser uma doença contagiosa e que quando se detectada, necessariamente é preciso contatar as pessoas que cercam o paciente. Ela é predominante urbana e relacionada a más condições de moradia e saneamento”, disse.

Além dos fatores relacionados ao sistema imunológico de cada pessoa, o adoecimento por tuberculose, muitas vezes, está ligado à pobreza e à má distribuição de renda. Assim, alguns grupos populacionais possuem maior vulnerabilidade devido às condições de saúde e de vida a que estão expostos.

Para prevenir as formas mais agressivas da doença é necessário imunizar as crianças, no primeiro ano de vida, ou no máximo até quatro anos, com a vacina BCG. O risco de transmissão é maior entre pessoas que vivem em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar.

O tratamento deve ser feito por um período mínimo de seis meses, sem interrupção, diariamente. No esquema básico, são utilizados quatro fármacos: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Os pacientes que seguem o tratamento corretamente são curados. Margareth ressalta a importância da adesão ao tratamento. “A tuberculose tem um paradoxo. Ela é uma doença necessariamente de tratamento longo, com duração de seis meses, e composto vários comprimidos que devem ser tomados todos os dias, o que naturalmente dificulta a adesão. Além disso, o tratamento é altamente eficaz. Na prática uma pessoa que fica doente, nos primeiros dois meses de tratamento ganha o peso que perdeu, melhora a febra e a tosse, de modo que ela se sente melhor. E ao se sentir melhor, ela fica muito tentada de abandonar o tratamento ou regularidade. E é muito grave essa irregularidade. Isso expõe o bacilo de forma inadequada ao tratamento, fazendo que ele adquira resistência aos fármacos”, explica.

Para alertar a população, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de conscientização sobre a importância do diagnóstico e realização do tratamento contra tuberculose. Com o mote “testar, tratar e vencer”, a campanha é protagonizada pelo jogador de futebol Thiago Silva. “Tuberculose existe, mas tem cura”, alerta o jogador. O zagueiro foi diagnosticado com a doença em 2005, quando jogava em um time russo. O objetivo da campanha é levar mais informação às pessoas, reduzindo o preconceito sobre a doença. No ano passado, a campanha do Ministério da Saúde contou com a participação do cantor Thiaguinho, que também foi diagnosticado, seguiu tratamento sem interrupção e foi curado.

TESTE RÁPIDO – Além da campanha de esclarecimento sobre a tuberculose, o Ministério da Saúde trabalha na melhoria do diagnóstico da doença. Em 2014, a coordenação do Programa Nacional de Controle da Tuberculose distribuiu 175 equipamentos de teste rápido a 94 municípios – onde se concentram 55% dos casos novos e retratamentos registrados no Brasil. Denominado “Gene Xpert”, o teste detecta a presença do bacilo causador da doença em duas horas e identifica se há resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento básico. O exame laboratorial tradicional pode levar de um a dois meses. Em um ano, foram realizados mais de 145 mil testes.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

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Problemas Gastrointestinais nas Mulheres

Um intestino saudável reflete em toda a saúde corporal. Ele deve possuir um bom equilíbrio entre bactérias e células da mucosa intestinal bem nutridas. Isto porque, o intestino é considerado o segundo maior sistema nervoso do corpo humano e nele são produzidos hormônios que regulam o metabolismo, podendo interferir na absorção de nutrientes, na quantidade de açúcar no sangue e até na sensação de saciedade. Além disso, nele estão mais de 70% das células de defesa do nosso corpo.

De acordo com o Dr. Flávio Quilici, médico gastroenterologista e coloproctologista, a alimentação saudável é de extrema importância para a saúde deste órgão. “Incluir alimentos probióticos, ‘as bactérias do bem’, no cardápio pode estimular o crescimento de microrganismos benéficos com consequente melhoria da saúde do organismo”, explica.

Fatores de problemas gastrointestinais nas mulheres

Intestino Saudável Dr. Flávio afirma que os problemas de intestino são quatro vezes mais frequentes nas mulheres do que nos homens. Isso se deve também a fatores psicológicos, emocionais, sociais e culturais. Outro fator é a criação diferenciada concedida às meninas ainda na infância.

Enquanto ainda criança, a mulher é orientada a não usar banheiros públicos, pois são sujos, e a usar apenas o de casa. Também é orientada a não sentar na privada, porque pode pegar uma doença. Assim, de acordo com o gastroenterologista, a mulher não se sente confortável no banheiro, pois foi ensinada que fezes são sujas, que este é um ato ruim, que não pode soltar gases etc.

“Esses fatores vão inibindo a evacuação da criança, que vai acostumando a evacuar apenas em casa. Os fatores educativos e culturais, portanto, são preponderantes no sentido de bloquear a vontade de ir ao banheiro, principalmente no caso das mulheres”, detalha.

Sintomas e dicas de cuidados

Os problemas gastrointestinais mais comuns são gases, inchaço, sensação de peso abdominal e constipação. Para prevenir ou tratar estes problemas os principais cuidados são:

  • Manter uma alimentação saudável, rica em fibras, iogurtes e leites fermentados com probióticos (microrganismos vivos conhecidos como as “bactérias do bem”) do tipo bifidobactérias;
  • Comer devagar, mastigando bem os alimentos, fazendo as refeições regulares (café da manhã, almoço e jantar);
  • Evitar a ingestão, em excesso, de massas com farinhas refinadas, batata e chocolate;
  • Beber líquidos (água e sucos naturais) na quantidade mínima de dois litros diários;
  • Ir ao banheiro sempre que tiver vontade, caso contrário, as fezes poderão ficar secas, endurecidas e difíceis de serem eliminadas;
  • Evitar o uso de laxantes, em especial os catárticos, e quando forem necessários, só utilizá-los com orientação médica;
  • Fazer exercícios regulares, no mínimo três vezes por semana, tais como, caminhar, pedalar e nadar.

Fonte: mulhercomsaude

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Você sabe o que é trombose?

A trombose é um mal que pode ser causado pelo entupimento de veias geralmente depois de cirurgia, corte ou mesmo pela falta de movimento. Um rastreamento feito pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) entre pacientes que haviam saído da internação pós-procedimento cirúrgico indica que cerca de 2% dos pacientes retornaram ao instituto em decorrência de trombose.
Os pacientes submetidos a cirurgias de joelho, quadril e trauma (como fraturas) são os principais grupos de risco. Essas três subespecialidades cirúrgicas corresponderam a 80% dos casos verificados no ano passado em pacientes que retornaram ao Into depois de operados. A trombose que pode ocorrer após uma cirurgia ortopédica é geralmente localizada nas pernas, provocando entupimento da veia, causando dor e inchaço. Às vezes coágulos podem se soltar, viajando pelo sangue até ‘encalhar’ no pulmão, o que é chamado de embolia pulmonar. Essa condição, que provoca uma súbita falta de ar, pode ser bastante grave e exige atendimento imediato.
Sinais claros podem indicar o desenvolvimento de coágulos sanguíneos:

• Uma dor diferente da dor da cirurgia
• Vermelhidão ao longo da perna (que aparece de repente ou inchaço que está piorando)
• Inchaço na perna (que apareceu de repente ou inchaço que está piorando)
• Aumento da temperatura (calor) da perna que está doendo
• Respiração curta e rápida e palpitações, podendo acontecer algum desmaio
• Tosse com sangue
• Dor no peito ou nas costas (que não é comum)

Pequenos cuidados podem prevenir a trombose tanto pós-cirurgia como no cotidiano. Por isso, é fundamental manter-se em movimento, se possível, fazer atividades físicas rotineiramente. Além de ingerir bastante líquido.

Caso você tenha que fazer algum tratamento ou tomar algum medicamento, como prevenção de trombose, não fique com dúvidas e pergunte sempre.

Algumas atitudes também ajudam a diminuir o risco de se desenvolver uma trombose.

• Evitar o aumento do peso corporal
• Movimentar-se ao máximo no dia, respeitando as limitações orientadas pela equipe de saúde
• Realizar exercícios recomendados pela equipe de saúde
• Parar de fumar
• Ingerir líquidos

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Cuidado com a Automedicação

A automedicação é a utilização de medicamentos por conta própria ou por indicação de pessoas não habilitadas, sem a avaliação de um profissional de saúde.
O uso incorreto pode levar ao agravamento de doenças, à intoxicação, ao aparecimento de reações adversas graves e à resistência a medicamentos. Pode produzir ainda eventuais interações entre os produtos utilizados, anulando ou aumentando o efeito deles.
A prescrição médica (receita médica) apropriada contribui para o uso racional dos medicamentos. Isto é, os pacientes recebem os produtos apropriados à sua condição clinica, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período de tempo adequado e ao menor custo possível.

Os medicamentos diferem segundo o tipo de prescrição:

Isentos de prescrição: são medicamentos que não necessitam de prescrição, mas devem ser utilizados de acordo com a orientação de um farmacêutico (a embalagem não possui tarja)
Venda sob prescrição: devem ser prescritos por médico ou dentista e são divididos em dois grupos:

Sem retenção de receita – apresentam Tarja vermelha e na embalagem a frase “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA”

Com retenção de receita – apresentam tarja vermelha ou tarja preta e na embalagem a frase “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA” ou “O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA”.

Os medicamentos são formulados sob critérios de proteção e segurança do usuário. Porém, há riscos associados ao seu uso. Reações adversas graves podem ocorrer e resultar até mesmo em morte.

É extremamente importante a identificação e o conhecimento das reações adversas a cada medicamento. Os profissionais de saúde são os mais aptos a identificar essas reações.

Se ao fazer uso de um determinado medicamento não desaparecerem os sintomas que levaram à sua prescrição ou surgirem novos, será necessário buscar atendimento médico.

A Anvisa possui um setor que recebe e avalia os relatos de reações adversas. Os profissionais de saúde podem notificá-las pelo sistema Notivisa, disponível no site da Anvisa. Já os cidadãos podem fazê-lo pelos canais de comunicação da Anvisa (SAT e Ouvidoria). 0800-6429782

Fonte: Click Saudável

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Alzheimer: médicos alertam para diagnóstico

A Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) realizou em Brasília, no Parque da Cidade, uma campanha para tirar dúvidas sobre a doença de Alzheimer. A ação, que aconteceu no domingo (20), faz parte da programação do mês mundial de conscientização da doença e contou com a presença de médicos e outros profissionais de saúde.
Estima-se que, no Brasil, cerca de 1,2 milhão de pessoas sofram de Alzheimer, mas só a metade está diagnosticada. “Quanto mais cedo se diagnosticar, mais cedo se consegue tratar e mais cedo se posterga os problemas que a doença acarreta para as pessoas”, alerta o geriatra e diretor científico da Abraz-DF, Otávio Castello.
Segundo o especialista, a doença, que na maioria das vezes se manifesta a partir dos 60 anos, não tem cura conhecida. É progressiva e faz com que a pessoa perca gradualmente a memória, a capacidade de orientar-se no tempo e no espaço, além de trazer dificuldades de comunicação, raciocínio lógico e alterações comportamentais.

Segundo Castello, a baixa escolaridade e a falta de estimulação cognitiva na meia idade estão entre os fatores de risco para a doença. “Tudo o que faz bem para o coração, faz bem para o cérebro. Controlar pressão alta, diabetes, colesterol, não ter obesidade, praticar regularmente atividade física, ter alimentação balanceada e saudável podem ser fatores de proteção ou de risco, no caso de quem não faz nada disso”, observa o médico.

Sintomas da doença – Os especialistas recomendam prestar atenção aos sinais da doença. A pessoa com Alzheimer passa a ter comprometimento de atividades recentes. O paciente fica repetitivo, não sabe onde guardou objetos, esquece compromissos e atrapalha-se em trajetos que antes lhe eram familiares.

“Se comprometer a função cotidiana de uma pessoa que sempre foi organizada para pagar suas contas e, de repente, começa a se desorganizar frequentemente ou começa a esquecer compromissos, repete histórias como se não tivesse contado antes, isso merece atenção”, diz Otávio Castello.

“O mais importante é comparar o individuo com ele mesmo. Se isso for um padrão frequente, merece uma avaliação por um neurologista ou geriatra”, orienta.

Segundo o médico, de 1950 a 2050, o número de idosos na população vai quadruplicar. “Estatísticas claras dão conta que hoje a doença custa US$ 800 bilhões por ano em todo o mundo. Em 2018, o prejuízo passará de US$ 1 trilhão por ano. Se o Alzheimer fosse uma empresa, valeria mais que Google e Apple, atualmente as companhias mais valiosas do mundo”, compara o geriatra, ressaltando a importância do diagnóstico precoce.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil / Foto: Divulgação/EBC

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Os Tipos de Infecções Vaginais

São seis os tipos de infecções vaginais que produzem corrimento. A vaginose, a candidíase e a tricomoníase, cujo produto infeccioso é o corrimento visível, que a mulher percebe, e a clamídia, o mioplasma e a neisseria, ou gonorréia, que produz corrimento junto ao cérvix — a entrada do útero –, e não é perceptível para a mulher.

A redução do nível de lactobacilos na vagina e a conseqüente alteração do pH vaginal está na origem de todas elas. Entre os fatores que desequilibram o pH estão o tratamento com antibióticos, que ao mesmo tempo que mata as bactérias invasoras pode diminuir a quantidade de lactobacilos na flora. Situações de estresse e de baixa da resistência do organismo, dependendo do impacto, causam o mesmo efeito e podem produzir infecções. “Algumas mulheres nascem com uma infeliz predisposição a ter desequilíbrios da flora vaginal, assim como certas mulheres são mais predispostas `a acne”, afirma a escritora norte-americana Natalie Angier, autora do livro Mulher, Uma Geografia Íntima (Editora Rocco).

Manter uma alimentação saudável e cultivar bons hábitos de vida como a prática de exercícios físicos e até de algum tipo de meditação ou relaxamento pode impedir que o corrimento volte. Evitar alimentos apimentados ou muito condimentados, produtos enlatados ou industrializados, que contém conservantes químicos e evitar o consumo de álcool e do cigarro faz parte do tratamento. É recomendado ainda observar a reação alérgica a determinados alimentos como o leite e seus derivados.
Fonte: sogesp.com

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Condromalácia Patelar: 6 Dicas para Acabar com as Dores no Joelho

Condromalácia patelar é um desgaste na cartilagem do joelho, numa região chamada condilo femoral, que acaba ocasionando dor e inflamação no local. Ela é mais comum em mulheres e é dividida basicamente em quatro níveis, de acordo com a gravidade do comprometimento da patela.

Quem sofre com algum grau de condromalácia patelar pode experimentar muita ou nenhuma dor, independente do grau indicado no diagnóstico. Além disso, por causar uma inflamação, pessoas com condromalácia patelar podem ter crises agudas de dor que, nestes casos, necessitam de medicação.

Não há consenso sobre as possíveis causas da condromalácia patelar, mas os médicos acreditam que certas atitudes, como estresse repetitivo das articulações do joelho (quando se pratica esportes de corrida ou saltos, por exemplo), podem favorecer o seu aparecimento. Também pode estar relacionado a uma condição muscular fraca na região do joelho e quadril, ou a um trauma no local, como uma fratura ou deslocação. Outros fatores incluem falta de alongamento, exercícios feitos de forma inadequada, sobrepeso ou obesidade, hiperpressão patelar, artrose e uso constante de saltos.

Independentemente da causa ou o grau da condromalácia patelar, gênero ou idade, o paciente pode sentir dores constantes, ao fazer alguns movimentos, ou apenas ter crises agudas de muita dor. Algumas dicas ajudam a passar por todos esses momentos com mais conforto:

1- Manter um peso saudável
Qualquer tipo de sobrecarga da articulação do joelho pode favorecer o aparecimento da dor. Apesar do excesso de peso não ser o único fator que gera sobrecarga, ele pode favorecer a dor relacionada à condromalácia patelar. “O aumento da pressão é responsável pelo aumento da dor, independentemente do grau da doença. Se a pessoa tem grau um (mais leve) de condromalácia patelar e não se cuida, está sedentária, com sobrepeso e outros fatores ela pode ter dor, enquanto alguém com grau quatro (mais grave) que faz o oposto pode não ter dores”, diz Sandra Umeda Sasaki, ortopedista do Hospital Sírio-Libanês.

2- Compressas geladas
Para aliviar a dor decorrente da condromalácia patelar, principalmente nos casos agudos, uma compressa de gelo pode ser de grande ajuda, mas é preciso critério. “Numa situação de dor aguda, bem comum em corredores, que tem dor no mesmo dia ou no dia seguinte às provas ou treinos, é indicado o uso de compressas de gelo. Da mesma forma no caso de traumas, uma batida, por exemplo”, aconselha Sandra. Nestes casos, “se deve fazer a compressa com gelo por 20 minutos três vezes ao dia, mas é preciso atentar para que o gelo fique em cima da patela e não dos lados do joelho, pois há nervos no local e isso pode gerar dormência”, diz Vinícius de Mathias Martins, ortopedista do Hospital São Luiz Morumbi.

3- Sentar com as pernas mais esticadas
A forma que você senta e cruza as pernas pode acarretar em dores no joelho. Elas não podem ficar flexionadas demais ou paradas muito tempo na mesma posição. No trabalho, inclusive, é importante atentar para que se tenha espaço para movimentá-las.

“Você deve se sentar com as pernas na mesma altura do quadril, mas de forma que elas fiquem posicionadas um pouco mais esticadas para diminuir a pressão na patela, uma vez que quanto mais esticada menor a pressão exercida”, afirma Martins. Não sentar por cima das pernas, com “pernas de índio”, não ficar com a perna cruzada por muito tempo e não se deitar em cima da patela também são dicas de como evitar a dor.

4- Praticar exercícios
“Após a avaliação do fisioterapeuta devem ser prescritos exercícios específicos incluindo os isométricos. Estes são aplicados principalmente no início do tratamento pois não forçam e/ou sobrecarregam a articulação do joelho por não promoverem movimento articular”, afirma Rodrigo Peres, fisioterapeuta diretor da Central da Fisioterapia.

Segundo a ortopedista Sandra, exercícios de impacto, como os que envolvem saltar e os agachamentos, devem ser evitados quando há dor. “Quando for usar a bicicleta na academia deixe o banco mais alto que o normal para evitar a flexão do joelho, pode subir o banco até cinco dedos fechados acima do que você usa normalmente”, orienta a especialista. O fortalecimento dos músculos da região, de forma correta, ajuda a prevenir dores relacionadas à condromalácia patelar.

5- Evitar escadas
A flexão do joelho pode causar ou piorar as dores de quem tem condromalácia patelar. “A orientação é diminuir atividades com sobrecarga e que envolvam muito esforço, como subir escadas, pois isso acaba sobrecarregando muito a articulação do joelho” recomenda o fisioterapeuta Peres. Contudo, como algumas pessoas usam as escadas como exercício, o ortopedista Martins indica que elas façam alongamento antes e depois de subir e descer escadas, e que não façam isso como exercício físico antes de tratar ou durante o tratamento da condromalácia para não haver piora na dor.

6- Escolher bem os sapatos
O sapato deve sempre ser confortável para os pés, mas quem tem condromalácia patelar precisa prestar ainda mais atenção neste momento. Usar os calçados certos para fazer exercícios, que contemplem não só no quesito conforto e amortecimento, mas também a sua pisada, é importante para não piorar a dor ou gerar novos problemas.

“O salto alto funciona como um vilão nesta história, uma vez que ele retrai a musculatura posterior, que precisa estar alongada em caso de condromalácia patelar”, explica Mario Ferreti, ortopedista do Hospital Albert Einstein. A recomendação do especialista é que caso a pessoa goste muito de salto, use os modelos mais baixos e com maior apoio para o calcanhar e depois compense com um bom alongamento para evitar a dor.

Fonte: Minha Vida

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Os 10 Benefícios da Vitamina K Para Saúde

Os Benefícios da Vitamina K Para Saúde são grandiosos. Pois, A Vitamina K é uma vitamina solúvel em gordura, que desempenha um papel importante na coagulação do sangue. Na verdade, sem ele o nosso sangue não se coagular. O seu nome deriva da palavra alemã “koagulation.” Vitamina K também contribui para a saúde do esqueleto, porque ele desempenha um papel na mineralização óssea.

A Vitamina K proporciona um equilíbrio total de 80 nutrientes que são essenciais para o corpo. Isto inclui sais minerais, antioxidantes, neuro-nutrientes, enzimas, vitaminas, aminoácidos, extratos de ervas, carotenóides, vários elementos de traço, bioflavonóides e outros ingredientes fundamentais para a saúde. Então, confira Os 10 Benefícios da Vitamina K Para Saúde.

Benefícios da Vitamina K Na Coagulação do Sangue: A Vitamina K é uma parte essencial do ácido glutâmico, um aminoácido que faz com que o evento químico chamado carboxilação. Este evento química permite que o sangue de uma ferida aberta pare, e coagule, com isso evitando um excesso de sangramento. Além disso, O Sangramento nasal, sangramento menstrual intenso, fácil nódoas negras, hemorragias e anemia são apenas alguns dos sintomas de que a pessoa está com Deficiência de Vitamina K.

Benefícios da Vitamina K Para a Saúde Óssea: A Vitamina K é benéfica para a saúde dos ossos por dois meios. Em primeiro lugar, a Vitamina K bloqueia a formação de muitos osteoclastos, ou células ósseas, que fazem os minerais essenciais para os ossos, disponíveis para outras funções corporais (um processo chamado de desmineralização). A formação de osteoclastos, se não for devidamente tratada, pode deixar os ossos excessivamente esgotados de seus minerais.

Em segundo lugar, uma proteína encontrada nos ossos que está diretamente relacionado à densidade mineral óssea, chamada de osteocalcina, devem ser quimicamente alterado através de carboxilação (o processo em relação à coagulação do sangue) para manter a saúde ótima. Como mostrado, a Vitamina K é um ingrediente chave na carboxilação, e com a ingestão adequada pode permitir que a osteocalcina da proteína ajuda a fortalecer a saúde e composição dos ossos.

Vitamina K é um agente Anti-inflamatórios: O Consumo de Alimentos Ricos em Vitamina K, ajudam a reduzir significativamente a libertação da glicoproteína de interleucina-6, um importante fator para a inflamação no interior do corpo.

Benefícios da Vitamina K Para Dores menstruais: A Vitamina K ajuda no bom funcionamento dos hormônios, se tornando muito benefício durante o período menstrual das mulheres.

Vitamina K Ajuda no Controle do Açúcar no Sangue: A Vitamina K desempenha um papel importante na regulação do açúcar no sangue. O pâncreas produz insulina e contém o segundo mais alto teor de vitamina K no corpo.

Benefícios da Vitamina K Para Gestantes: Mulheres grávidas que sofrem de náuseas e vômitos são muitas vezes diagnosticada com Deficiência de Vitamina K. Além disso, uma ingestão adequada de Vitamina K ajuda a controla os sintomas acima e futuros sintomas.

Outros Benefícios da Vitamina K Para Saúde

  • A Vitamina K ajuda a aumentar o fluxo de urina;
  • Ela também ajuda a melhorar o funcionamento do fígado;
  • A Vitamina K atua como uma proteína, a qual é vista como sendo um dos fortes inibidores da calcificação arterial.

Fonte: Site Saúde Dicas

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